Acabei de postar no blog do Estadinho sobre as novas e lindas versões que a Manati criou para Os Três Porquinhos e Chapeuzinho Vermelho. Baixei no iPad e estou adorando ouvir as narrações, brincar com personagens e histórias contadas e recontadas há séculos… É fato: as ilustrações da Mariana Massarani explodem em cor, uma maravilha. Clique aqui e leia o que escrevi por lá!
Morris Muchmore
1 junAté agora, tudo o que eu disse sobre iPad foi de xereta, fuçando no tablet dos outros, imaginando a vida dentro de uma loja do iTunes. Mas hoje a coisa é diferente. Passei a noite esperando o Morris Lessmore entrar na minha tela. Desde sexta, é o aplicativo mais demorado que migrou pro meu novo e sensacional companheiro. Sim, estou apaixonada pelo iPad, e daí?
Já falei de tablet aqui, aqui e aqui. Mas este é um post especial. O que Morris tem de diferente de tudo o que eu vi até agora? Tudo! É uma obra de deixar qualquer designer/animador com inveja, coisa que nem a Disney/Pixar imaginou fazer pro brinquedinho.
A história é de uma criança que passa a vida em contato com os livros. É boa e bem narrada. Mas a premiada animação, então levada para o app, é das coisas mais intuitivas que já vi, além de mesclar uma série de interatividades – você sabe, não sei como, que tem de clicar num determinado ponto, tocar na roupa do personagem, passar os dedos e colorir o céu, usar a tela em forma de teclas de piano, puxar uma porta e escrever o que quiser. É mais do que uma animação ou um e-book. É, como diz na matéria do Geek Dad, “o encontro entre uma animação e um livro eletrônico”. E por US$ 4,99.
A partir de: a obra é em inglês, porém eu acho que não tem outra indicação senão para todos de qualquer idioma.
Timbuktu, a primeira revista de iPad para crianças
11 abrNa semana passada, uma amiga me mostrou a Timbuktu e eu comecei a espalhar a novidade para todos os amigos que têm filhos (ou não) e iPad (ou não). É que essa revista feita especialmente para crianças está dentro da categoria “arte e conteúdo para todos”. Me animei por demais ao ver que, aos poucos, as coisas estão sendo feitas.
Se ela é, de fato, a primeira revista de iPad para crianças, eu não posso confirmar. Mas é assim que a editora-chefe Elena Favilli começa o vídeo abaixo. Os textos são editados da Itália e as ilustrações vêm de várias partes do mundo. E é tudo superbem sacado, informativo e divertido, já que crianças não separam aprendizado de entretenimento. A produção da foto para a matéria da Índia é especial. E a seção Ask Aunt Rita também! Porque dar respostas nonsense para crianças não uma tarefa para qualquer um (baixe o app, divirta-se e entenda melhor o que estou dizendo).
E se você se interessar por ela, não pode deixar de conhecer a britânica Anorak (minha predileta): “the happy mag for kids”. No mesmo esquema de arte e informação, a revista é linda e tem diferentes números temáticos – tenho uma edição impressa, só sobre insetos (que a Isa me trouxe de Londres), e prometo fotografar e atualizar este post em breve. Mas na loja do iTunes você já encontra várias edições e livros de atividades disponíveis.
A culpa é sempre do cachorro
29 marEu não canso de ler a história do Pum. Pareço criança, dou risada o tempo todo e em cada frase – basta ouvir o nome deste cachorrinho danado que só quer saber de escapar. O Pum corre de um lado pro outro, fica fedido quando sai na chuva, às vezes emporcalha a calça de alguém mas, no final, sempre sobra para a tia Clotilde. “Todo mundo sabe que a primeira coisa que ela faz quando chega aqui é soltar o Pum”.
O livro é do ano passado, mas muita gente ainda não o conhece. A história é superbem construída e as ilustrações, incríveis. Feito pelo casal Blandina e Lollo, o Pum é um estouro. E sabe-se que a Cia. das Letrinhas já vem discutindo uma versão dele para iPad. Fico aqui só pensando nas inúmeras atrações que ele pode ter no tablet. Nada mal…
Recentemente, o casal lançou Grande, Pequeno, outra simples ideia que deu muito certo ao brincar com as palavras e comparar a vida de um adulto (hoje) com o tempo em que era criança – e a vida era beeeem melhor! Então, alguns segredinhos de infância são revelados. É o campeão de natação que já perdeu a sunga na piscina, o segurança fortão que no teatro fez papel de abelhinha e a própria autora do livro, que hoje escreve coisas belíssimas, mas quando criança pegou recuperação de português.






