Nada, nadinha, é mais fácil e divertido do que brincar com as sombras. Você só precisa de uma luz baixa e o resto sai por conta da imaginação. Os personagens surgem, a narrativa vem, tem mistério e, não demora muito, gargalhadas.
Me lembro que quando fiz uma matéria sobre isso para o Estadinho, fiquei impressionada com o trabalho da alemã Lotte Reiniger, que em 1926 já fazia maravilhas com recortes e fotografias. O filme dela é uma preciosidade, veja só:
A matéria completa tá no blog do jornal.
